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Tipos de memória: você sabe a diferença?

Data do post: 28/07/2016

Você lembra o que fez no último carnaval? O que comeu ontem? Ou o que você foi buscar no seu quarto?

A memória é muito importante para nós. Mas você sabe como as informações são armazenadas? Muitos especialistas consideram três tipos de memória: sensorial, de curto prazo e de longo prazo. Esses diferentes estágios de memória atuam como um ltro que ajuda a proteger a pessoa do volume de informações existente hoje em dia.                        

A memória sensorial é a forma mais breve de memória e acontece através dos cinco sentidos. Ela retém a informação apenas o tempo suficiente para o cérebro separar o que é útil e descartar o que considera inútil. 

Quando a informação é julgada importante, ela é movida da memória sensorial para a memória de curto prazo.

A memória de curto prazo guarda informações por segundos, minutos ou até horas. Alguns especialistas a chamam de memória de trabalho ou primária. Um exemplo dela é quando você pede a um garçom um refrigerante. Ele armazena aquela informação até levar a bebida a você, depois aquilo é descartado. Ou quando você quer ligar para alguém, vê o telefone na agenda e consegue reter o número em sua memória até discá-lo.                       

Se a informação passou pelos dois primeiros estágios (sensorial e de curto prazo), ela poderá fazer parte da memória de longo prazo. Informações relevantes são transferidas progressivamente da memória de curto prazo para a de longo prazo. Quanto mais contato você tiver com essa informação, sendo ela repetida ou utilizada, maior a probabilidade de ela acabar na memória de longo prazo. É por isso que estudar é fundamental para se ter melhor desempenho nas provas.

A memória de longo prazo é considerada uma biblioteca, onde as informações são classificadas, catalogadas e arquivadas. Estudiosos acreditam que esse tipo de memória tem capacidade ilimitada.

Como o cérebro escolhe o que reter?

Podemos dizer que novas memórias se iniciam com a excitação temporária das sinapses numa rede de neurônios. Quando lembramos algo, determinadas vias neurais serão reativadas. Quanto mais vezes isso acontece, mais importante o cérebro considera a recordação e é mais provável que ela seja convertida numa memória de longo prazo, a nossa memória mais permanente. O cérebro contém tantas conexões sinápticas potenciais que não existe limite para o número de memórias de longo prazo que uma pessoa pode armazenar. A retenção das memórias vai depender também da motivação, da vivência prazerosa de um evento, do propósito em aprender tal conteúdo, o que vai facilitar transformar as experiências diárias em conhecimentos e ideias.

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